• Essa semana em  um programa de tv, falou-se sobre a Puta e questionou-se o Puto. É fato que existem mais Putas do que Putos. Mas como se discutiu, é um mercado em expansão. Claro que com mulheres a coisa é mais complexa do que com os homens. Não topariamos com tanta facilidade uma negociação como o fazem os homens ao "contratar" uma prostituta. Com as mulheres o contrato tem que ser amplo. Adoramos pacotes. Que tal um com 10 sssões? O preço diminui...rs...também, programa de fidelidade...alguns bonus também chamam nossa atenção! Promoção então....

    É, as mulheres não são mais as mesmas. Eu não sou. Claro, estamos no meio do processo...nem tá tudo liberado. Ainda há muito conservadorismo, mas as mudanças são evidentes. Existe o grupo das mulheres romanticas, mas noto que tem aumentado o das hedonistas. Não sei ainda em qual me encaixo, mas definitivamente não tenho o perfil de "feita para casar".

    Tais mudanças comportamentais aplicam-se não só apenas no que se refere a essa busca pelo prazer com os "putos", mas também com o corpo. Muitos tabus cairam e algumas coisas estão liberadas. Mas nem todas...rs

    A propósito disso, li uma pesquisa  realizada pelo Papo Íntimo (http://papointimo.terra.com.br/papo-franco/papo-franco-sobre-sexo.html) e resolvi colar  os gráficos de algumas respostas:

     

     

     


     
    Algumas mudanças notáveis né? Me surpreendeu o número que topa fazer um sexo oral. Não imaginava que as mulheres gostassem tando de um blow job em seus parceiros. A transa em lugares públicos pareceu contraditória. É legal mas ninguém pode ver? hahahaha...mas melhor assim. O público é interessante, mas saber que foi visto e quem viu é perigoso. Antes a precaução...lol...

    O sexo anal também...achei que haveria mais opiniões contrárias...mas muita gente tentou! Eu ficaria no "isso é prazer masculino..." hahaha...e uma decepção, e  prova de que nem tudo mudou, é a traição por carencia emocional.  Me parece desculpinha esfarrapada, masss cada um com seu cada um né!?

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  • Quem diria, a memória é ativada por uma proteina! E essa descoberta da equipe de um neurocientista americano, Andre Fenton, lembra a idéia do filme "Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças".

    Neste, ao descobrir que a mocinha havia o apagado da sua memória, o mocinho faz o mesmo. No experimento com ratos de Fenton, os ratos foram condicionados a saber que ao passar por um determinado lugar, levariam um choque. Depois, separaram dois grupos: um teve alteração (inibição) da proteina que ativa a memória e o outro não. Os que não tiveram, não passavam pelo lugar, enquanto o outro grupo passava como se estivesse ali pela primeira vez.

    Como os ratos foram condicionados, um novo condicionamento fez com que eles produzissem as mesmas memórias que haviam sido apagadas.

    Se, a droga, aplicada nos ratos, chegar a ser usada em seres humanos, gostariamos mesmo de apagar algo? O que?

    Me parece que para usos científicos pode ser uma descoberta interessante, pois abre pressuposto para curar doenças. Mas e para nossos dilemas existenciais? Acho que não.

    Nossa memória tem um sistema que diminui com o tempo a intensidade. Assim, passado um tempo, lembramos, mas junto com a lembrança vem a ficção. Agregamos vontades e a lembrança por pior que seja, torna-se suportável. Principalmente, ensina. E assim como os ratos foram condicionados a não passar pelo mesmo lugar, sem uma memória x, estariamos sujeitos a sofrer o mesmo trauma. Claro que, por ser uma contingencia, pode ser que aquilo não venha a ocorrer, mas será por acaso, visto que não teremos meio de nos esquivar, posto que não temos conhecimentos prévios de uma determinada consequencia.

    A questão de desativar as memórias abre uma infinidade de possibilidades. Não sou capaz de discutir o assunto a exaustão porque haveria muito a dizer. Mas voltando ao filme, apagando as memórias relacionadas a uma pessoa, estariamos apagando também as coisas que vivemos com ela (direta ou indiretamente) e que nos ajudaram a ser quem somos. Não restaria um vácuo? Pior, a vida por vezes é tão sem explicação, imagina se não tivermos acesso a esse "mundo perdido" para buscar respostas, como seria?

    Prefiro não me arriscar a imaginar e principalmente, não abrir mao da possibilidade de um dia desejar lembrar deste dia.


    "A realidade apenas se forma na memória; as flores que hoje me mostram pela primeira vez não me parecem verdadeiras flores " Proust

     


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  • Pra começo de conversa, definições:


    MIMADA : sing. part. pass. de mimar.


    MIMAR:

    v. tr.
    1. <definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>Amimar (<definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao> 1. <definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>Dar mimo a. <definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>2. <definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>Acariciar.)<definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>
    2. <definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>Representar mímica.<definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>
    3. <definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>Exprimir por gestos.<definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>


    MIMO:

    s. m.
    1. <definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>Condescendência carinhosa com que se trata a outrem.<definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>
    2. <definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>Blandícia, regalo (em que se vive).<definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>
    3. <definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>Objecto pequeno e delicado para presente.<definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>
    4. <definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>Delicadeza.<definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>
    5. <definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>Primor.<definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>
    6. <definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>Peça burlesca.<definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>
    7. <definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>Acto que a representava.<definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>
    8. <definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>Actor mímico.<definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao><definicao></definicao>


    Agora vamos aos fatos:

    Não estou em nenhuma das definições acima. Isso já é suficiente para provar que não sou.


    Mas como o termo é atribuido a mim com outro significado, vamos a ele: sou mimada porque quero satisfazer minhas vontades.


    Ora pois, me diga quem não quer? Sem hipocrisia, todos queremos.

    Concordo apenas que sempre acho que as coisas e pessoas devem funcionar no meu ritmo e corresponder as minhas expectativas. Mas mesmo assim, tenho um lado consciente que entende que tudo tem seu tempo.

    Esse lado existe, mas claro, nem sempre ta disponível e por isso, frequentemente quero resolver ao meu tempo.

    Sim, isso é verdade, mas aqui cabe um parenteses: quantas vezes abri mão dos meus quereres para satisfazer a vontade de pessoas ou facilitar situações? Perdi a conta. 

    Sim, fui tola. Não acho que parte do que fiz outros fariam em meu favor. Talvez alguns tenham feito, mas nunca notei e nem me senti mais feliz por isso.

    Bom, então, me parece justo que seja a minha vez agora. E esse querer não representa que sou mimada. Ao meu ver, representa que ta na hora de simplesmente satisfazer as minhas vontades.

    Se isso conceitualmente para alguns representa ser mimada, paciência. Não representa para mim e mais, jamais assumiria (a sério) tal inverdade.

    Eu quero, só isso. Não obrigo ninguém a querer comigo, embora não negue que o não querer de alguns me entristece. Mas fico na minha...a vida segue. E justamente por não me jogar no chão e gritar é que não recoheço em mim esse comportamento tão comum em crianças "mimadas"!


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  •  

    A expressão me lembrou uma musica do José Augusto, que muitos devem como eu, lembrar dela com a voz da Xuxa. Por isso, nada de pagar mico. Segue a letra, mas sem som dj! hehehe


    "Eu posso ir aonde eu quiser
    Rabiscos em algum papel

    Chegar bem perto das estrelas e tocar o céu
    Sonhando eu posso ser um rei
    Quem sabe até um super-star
    É só deixar a porta aberta pra ilusão entrar
    Eu posso até falar com deus
    De noite em minha oração
    E caminhar por entre nuvens feitas de algodão
    Eu posso tudo que eu quiser

    É só querer acreditar se eu fechar bem forte os olhos
    E quiser sonhar
    Sonho meu, sonho meu
    Tudo pode acontecer
    É só acreditar na vida acreditar na sorte
    E tudo pode ser
    Sonho meu, sonho meu
    Eu posso tudo que eu sonhar
    Se eu levar a vida a sério
    Se eu fizer direito
    Se eu acreditar"



    Ai, contraposto a idéia positivista de que tudo é possível, segue a seguinte frase:


    "Quem quando pode não quer, merece que quando queira não possa e perca pelo malquerer o bem poder".


    Pois bem, vamos aos fatos.

    Sim, querer é poder. Basta correr atrás que tudo torna-se possível. Mas isso dentro de alguns limites, claro. Se o querer é um sonho, algo bem dificil, fica complicado pelo querer ter. Em todo caso, é interessante não desistir, pois vai que na tentativa e erro o caminho especial aparece? Não sei...esse assunto não é do meu domínio. Mas acredito que a vontade pessoal é uma grande mola propulsora para chegarmos onde almejamos.

    O outro lado desse querer, é estar atento as oportunidades. Pode ser que elas passem pela gente e se não estivermos atentos perderemos a "grande chance". E escolha é renúncia. Por bobeira podemos perder algo que mais tarde vamos desejar muito. E ai, é justo? Parece que não. Mas vai, todo mundo merece uma segunda chance...é o que dizem. hehehe

    Merece sim. Ao abrir mão do algo, possívelmente isso ocorra por causa do momento de cada um. Cada um tem seu tempo. Não dá para estar em sintonia com o universo sempre....mas quando os tempos se encontram, o querer pode ser poder rapidinho! ;)


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  • "A viagem da descoberta consiste não em achar novas paisagens, mas em ver com novos olhos" - Proust

    Impressionante como a mudança de olhar muda a gente. Em alguns casos, mudanças pequenas, em outros, grandes mudanças. Psicológicas em essência, mexem com as emoções, impressões, atitudes. Idade? Talvez!

    Mais do que nunca ser dono da própria vida dá medo, trabalho...mas chega um momento em que o comodismo perde vez. Passa-se a ter uma consciência maior de si e é chegada a hora de assumir as rédeas e deixar de deixar a vida nos levar. Talvez isso seja maturidade. Não sei. Mas é fato que as coisas mudam. Não há mais tempo e a impaciência vem a tona. Isso gera stress e não sei onde para.

    O stress me parece decorrente do fato de que deixamos de delegar funções e de nos conformar com elas. Ao assumir essas rédeas, por mais que deleguemos, queremos mais do que antes, perfeição. A incompetência estressa. E o mau humor também torna-se constante, bem como uma exacerbação do lado chato de ser.

    Pode ser uma fase  de adaptação, desculpem-me.  E por hora, além da nitida visão sobre a necessidade da mudança de atitude, os pensamentos aleatórios, diversificados e por vezes complicados veem com força também.

    E desses pensamentos saem idéias, opiniões. Algumas novas, mas outras reforçam anteriores. E ai cai-se em um ponto delicado:


    "Mesmo se me convenceres, não me convencerás"


    E por isso to lá eu batendo na mesma tecla. Um excesso de opinião? Se for no sentido de martelar sempre em um mesmo lugar sim, mas minhas constantes não visam gerar autoritarismo. Não sou, nem pretendo ser a dona da verdade, a dona do campinho. Não quero impor nada a ninguém, embora quase sempre acredite estar certa e isso indicar que devo ser seguida. E bater na mesma tecla pode ser  burrice, mas acredito nessa idéia. E o que fazer? São minhas opiniões e sou a favor delas. Cheguei até elas por pensamento ou intuição e isso me autoriza a defende-las. E não sendo contraria as minhas próprias idéias, pq irei mudá-las?

    Não é uma opção por ser do contra. Nem apenas cabeça dura (embora eu me reconheça como tal). Manifesto-me com achismos, em relação a mim e as outros. Às vezes sem autorização e em muitas vezes, falo e faço bobeira. Mas mesmo assim, o faço porque acredito ser o melhor.


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